Cidades Históricas Mineiras
Sou apaixonada por Minas Gerais. Acho que por causa daquela máxima de que “a gente quer aquilo que não tem.” Talvez por isso mineiros gostem tanto de praia e cariocas gostem tanto de Minas. Lá tem a gentileza, a simplicidade, a camaradagem, a tradição… coisas que o Rio não tem. Por isso, ao falar sobre as cidades históricas de Minas, admito, sou suspeitíssima. Confie em mim por sua própria conta e risco.
A Ouro Preto, Mariana e Congonhas fui 2 vezes. Na primeira, era ainda criança e fui com meus pais. Na segunda, já adulta, voltei com meu marido. A Tiradentes e São João Del Rey, fui somente adulta. Mas, todas elas, em todas as épocas em que fui, se mostraram bonitas, históricas, interessantes e extremamente gourmets!
São João Del Rey: Na verdade, nos hospedamos lá. Não lembro exatamente o motivo. Mas acredito que tenha sido por termos conseguido uma hospedagem excelente, por um preço melhor ainda. Visitamos a região durante o Festival de Cultura e Gastronomia de Tiradentes, o que fez com que as diárias cobradas pelas pousadas desta cidade ficassem caríssimas.
Acabamos nos hospedando então no Garden Hill Small Resort, um lugar lindo, com quartos maravilhosos, cuja vista dava para um campo florido inesquecível. De arquitetura moderna e culinária perfeita, o hotel ainda tem uma deliciosa piscina térmica que, para julho, mês da minha visita, vale muito a pena.
Foi neste hotel, também, que fiz minha primeira aula de golfe, incluída na diária. Por isso os campos verdejantes e extensos… Golfe! Até achei que poderia ter talento nas tacadas, mas preferi, nos outros dias, me deliciar somente com as paisagens conferidas pelos belos campos deste esporte.
A cidade de São João Del Rey tem atrações, é bonita, mas não é a mais encantadora das cidades históricas, talvez pelo seu tamanho (são quase 100 mil habitantes). Não é totalmente uma cidade dedicada à história. Ela é na verdade uma cidade moderna que tem uma parte que é preservada, que é o centro histórico, onde vale a pena andar a pé e ir entrando nos edifícios e museus , além, é claro, das igrejas.
É interessante ver a “Rua das Casas Tortas” e o “Solar das Neves” (Casa da família de Tancredo e Aécio Neves), as pontes do centro histórico, a igreja de São Francisco de Assis, o Museu da FEB… Ah, e uma curiosidade: Tiradentes nasceu em São João Del Rey e não em Tiradentes.
Tiradentes: parece uma cidade cenográfica, de tão bonitinha e tão pequenininha. O artesanato mineiro está presente em cada canto… O cheiro da natureza se mistura ao cheirinho da comida mineira. Passamos o dia na cidade, mas a vontade, definitivamente, era de ter se hospedado lá. Vale a pena, pois o lugar é tão bonito que merece mesmo pelo menos uns 3 a 4 dias para ver o tempo passar sem pressa. E ter a chance de comer em um dos restaurantes deliciosos a cada refeição.
Além de andar pelas ruazinhas de pedra repletas de casas antigas, entrar e sair das lojinhas de arte mineira e doces caseiros, vale ir até o Chafariz de São José e à Igreja matriz de Santo Antonio, além do Museu Padre Toledo e à Cadeia Pública.
Eu mesma quero muito poder voltar a Tiradentes com mais calma, mais dinheiro no bolso e menos quilinhos no corpo, para poder me hospedar em uma das muitas chiques pousadas rústicas da cidade e me embevecer com cada construção histórica e cada quitute mineiro que eu provar.
PROVA DE QUÍMICA
A historinha que vou contar a seguir não sei se é verdadeira. Não me peeçam certeza se realmente ocorreu na FAETEC ou se o professor de química realmente se chamava Fernando. Aceitem os detalhes como licença poética, combinado?
Não sei nem mesmo o conceitos químicos aqui expostos, mas achei graça e quis compartilhar. Se alguém tiver uma resposta melhor a esta pergunta, por favor, compartilhe.
Vamos ao caso:
Portofino e Elegante
Chegamos a Portofino da maneira que tem que ser: por mar.
Uma vila super pequena na região da Liguria, na Italia. Mas que eu conhecia por fotos desde pequenininha. Lembro do meu pai ter um disco (LP) de música italiana cuja capa mostrava uma linda paisagem de Portofino. Lembro também de ver esta imagem naqueles impossíveis quebra-cabeças de 1000 peças.
Enfim, uma imagem que fazia parte do “meu inconsciente coletivo”…
E um dia, simplesmente, eu desembarquei lá. Debaixo de uma torrencial chuva de verão, eu e meu marido chegamos a esta vila italiana de 2 km² de área e cuja população de sortudos é de cerca de 550 habitantes.
Por causa da chuva, a primeira atitude que tivemos foi entrar em um café e pedir um delicioso espresso italiano (na verdade, o café era pro meu marido, eu tomei um chocolate quente, igualmente delicioso) num ambiente naturalmente chique. Aconchegante e fino. Bem, por falar nisso, não sei a origem do nome Portofino para aquele lugar, mas eu acredito que não dava mesmo pra ter outro nome. É mesmo um porto – ok, uma marina – é elegantemente fino. Um luxo!
Chique como as férias de verão na costa mediterrânea da Itália merecem ser.
Logo o céu parou de chover, as nuvens se foram e o sol coloriu lindamente a paisagem. Desculpa se pareço um pouco poética demais, mas aquele cenário é contagiante e a sensação que se tem é que se está dentro de uma poesia. A paisagem é um bálsamo para os olhos. Todos são elegantes e ricos (se não são, ao menos parecem). Não há lugar para os problemas. Lanchas de muitos pés, atracadas naquele porto tão fino, com pessoas chiquérrimas curtindo seu modesto lugar ao sol.
Não há areia, portanto é bom que se tenha um barco onde se possa ficar de roupa de banho enquanto o sol aquece o corpo e se admira a paisagem.
Portofino é bastante pequenina, mas, para você ter uma ideia do luxo que se encontra por lá, na Piazzeta, você vai ver lojas das grifes europeias mais importantes, como Missoni, Pucci, Hermés. Passear por ali ou sentar num de seus inúmeros cafés deixa qualquer um acreditando realmente que virou milionário. Se começar a dar desespero e quiser comprar algo de qualquer jeito, invista num saboroso gelatto italiano. Gostoso, refrescante e barato. Foi o que nós fizemos.
Estando no mar e mirando a vila, à esquerda, há uma pequena trilha cuja subida leva a igreja de San Giorgio. Pequenininha e de um amarelo forte, parece de mentira. Mas não é. Quando chegamos lá, tivemos a doce surpresa de ver um casamento que estava acabando de se realizar. Pouquíssimos convidados, os noivos felizes, tirando fotos e a igreja – linda – decorada com flores lilases e brancas. Parecia um final feliz de uma comédia romântica. Inesquecível.
Um pouco mais adiante está o Castello Brown, lugar aberto à visitação, com algumas exposições, e também utilizado para locação de festas e casamentos. Lindo e com uma vista perfeita.
Do outro lado da vila, ou seja, à direita, meio escondida, você encontra também outra linda igrejinha: a de San Martino. Há ainda, em Portofino, um oratório chamado Oratorio di Nostra Signora Assunta. Você pode estar pensando: “Um lugar tão pequenininho e com tantas igrejas?” Claro! Isso quer dizer que o pessoal sabe mesmo que tem muito a agradecer a Deus por aquele lugar. E, se você chegou até lá, deveria fazer o mesmo.
Mousse Natural de Manga
Mais uma receitinha rápida e fácil.
Mais uma mousse, mas esta aqui é pra quem quer fazer uma com a fruta mesmo e não com o suco em pó como a última receita de mousse que eu postei.
Bem, os ingredientes são:
- 1 lata de creme de leite
- 3 mangas médias
-1 colher de sopa de gelatina sem sabor
Como fazer:
Lavar e descascar a manga. Parti-la em pedaçõs.
Dissolver a gelatina sem sabor em 200ml de água quente. Bater todos os ingredientes no liquidificador, colocar o creme em vários potinhos pequenos, enfeitar cada um deles com uns pedacinhos de manga em cubo e esperar gelar.
Facílimo, não?!
Bolo Nu: um bolo moderno e sustentável
O bolo está nu!

Está chegando ao Brasil uma novidade que já faz o maior sucesso no exterior: o bolo nu, ou seja, sem a cobertura da pasta americana, que reinou sozinha por anos!
Este novo bolo deixa a massa à mostra e fica muito bonito com enfeite de frutas e flores, dando um aspecto de frescor e natureza à sua festa.
E, na verdade, é um bolo muito mais sustentável já que todo ele vai ser aproveitado. Fala a verdade: a pasta americana sempre sobra nos pratinhos. Quem é o doido que vai comer aquilo lá? Só serve mesmo pra cobrir o bolo e enfeitá-lo. E depois: direto pro lixo!
No mundo de hoje, em que o que é sustentável vale mais, não dá mais pra colocar algo no bolo que será simplesmente jogado fora sem dó nem piedade.
Com o bolo “naked”,você come sua fatia toda, come a frutinha que a enfeita e ainda pega a flor que veio junto com o seu pedaço e coloca em cima da orelhinha, fazendo um charme… Ou, se for homem, coloca na lapela, dando uma de galã. Porque chique é comer o bolo e aproveitar cada detalhe!
Hoje conversei com a Aline Lopes, uma das poucas pessoas que faz este o “naked cake” aqui no Rio de Janeiro. Não sei o bolo, mas ela é um doce! Explicou tudinho, como é feito, o melhor recheio pra este tipo de bolo… Bem, demonstrou que entende e foi super paciente com minhas perguntinhas descabidas. Quer conhecê-la também? Quer experimentar um bolo assim no seu evento? Visite o blog dela: http://confeitandocomarte.blogspot.com.br Só não posso ainda dizer que o bolo é gostoso porque ainda nao comi, né?! Assim que eu experimentar, eu conto.
Umas fotinhos pra você ficar com água na boca:
Receitinha pra adoçar o dia
Esta é uma receitinha para aqueles dias que você quer comer alguma coisinha doce, mas não sabe direito o que. Bem, experimente esta Bruschetta de Favo de Mel.
Você vai precisar de:
Fatias de pão (doce) torrada
60ml de creme de leite
30 g de favo de mel
1 colher de raspas de limão
100 ml de mel batido com um pouquinho de limão
Modo de fazer:
Coloque todos os ingredientes (exceto o pão, claro!) numa tigela e misture bem.
Cubra as torradas de pão com o creme .
Não precisa ir ao forno.
Sugestão: colocar por cima do creme um mix com frutas vermelhas frescas: morango, amora, mirtilo, framboesa… Hmmm
















































