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Santiago do Chile

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Este post sobre Santiago estou escrevendo em homenagem a uma grande amiga que está pensando em ir até lá nas suas próximas férias, em maio.

Já estive na Cidade de Santiago, no Chile, 3 vezes diferentes. Óbvio que cada uma teve um sabor diferente, dependendo do momento que estava sendo vivido. No relato, dividirei cada vez pelo hotel em que me hospedei, em ordem cronológica.

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1)      Crowne Plaza – Talvez tenha sido a mais especial, pois foi a primeira vez que eu fui. Quando você não conhece um lugar e tudo é novidade, é claro que marca mais.

Fomos em um feriado de Corpus Christi, ou seja, eram poucos dias e queríamos ver o máximo naquele tempo curto. Logo no primeiro dia fizemos o city tour básico pela cidade. Eu havia comprado os passeios com uma agência daqui do Rio mesmo. Assim, a agência chilena passou no hotel com uma van e nos levou  direto à Praça de Armas, onde pudemos ver a troca de guarda. Fica bem cheio e é legal, se você nunca viu, mas é um pouco demorado. Se quiser assistir, é importante ver dias e horários em que esta troca da guarda acontece. Dali, fomos ao prédio dos correios (Correo Central), antigo e bem bonito, vimos a Iglesia de San Francisco (construída entre os anos 1572 a 1618), muito bonita, mas não entramos desta vez. Na verdade, a excitação toda estava no passeio posterior a este, que era subir até o Valle Nevado, onde poderíamos ver neve. No meu caso, seria a primeira vez. Não vou entrar em detalhes sobre o Valle Nevado aqui, pois ele merece um post a parte. Mas, enfim, este é um passeio imperdível a quem vai para Santiago. Nas vezes em que fui, havia neve. Mas não sei informar se nos meses fora do inverno a neve permanece, pelo menos no topo das montanhas…

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O city tour também nos levou ao Cerro San Cristóbal, um dos pontos mais altos da cidade, onde podíamos ter uma visão panorâmica. O dia estava nublado e talvez por isso não tenha sido tão legal assim. Lá em cima há a estátua de uma santa. É possível chegar usando um funicular, mas nós subimos na van do city tour mesmo.

No dia seguinte, tínhamos agendado e pago ainda no Brasil os clássicos passeios a Viña Del Mar e Valparaíso. Mesmo assim, desistimos do roteiro prévio e agendamos com um taxista para que ele nos levasse a outra estação de esqui. A escolhida foi Portillo. Bem mais distante que Valle Nevado, mas infinitamente mais linda. Vale a pena se você tiver tempo, pois é longe. Mas, no nosso caso, valeu cada km percorrido e cada curva revirada na estrada. É um local lindo e o hotel que existe lá é muito bom. Almoçamos por lá mesmo e a comida era maravilhosa.

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Nosso hotel era bem central e nós jantamos muito bem em lugares próximos, no bairro Bellavista. Lembro também de termos circulado por uma feirinha simplesinha, mas bem legal perto destes restaurantes. Uma outra noite fomos jantar no centro gastronômico BordeRío, um lugar imperdível, que realmente vale a pena! No nosso caso, jantamos no restaurante El Apero, tipicamente chileno, e, durante o jantar, ainda houve a apresentação de um show folclórico. Fomos convidados por familiares nossos que, na ocasião, moravam na cidade. Ótima escolha deles. Se bem que, em todos os restaurantes, priorizei peixes da região e purê de batata. Em todos os momentos, minha escolha não tinha como ser mais acertada. Na última noite fomos passear também pelo shopping Parque Arauco, onde jantamos em um restaurante japonês. O shopping é bem legal, com uma arquitetura interessante.

No hotel, aproveitamos ainda o Spa, que era excelente. Chegar cansada dos passeios e conseguir curtir uma sauninha e uma hidro no SPA era muito bom!

Durante nossa primeira visita à cidade, o que realmente encanta é ver a cidade toda rodeada de montanhas nevadas. É lindo! Não tem nada parecido no Brasil. Você ver a cidade e, ao redor, aquelas montanhas… Pra mim, é o melhor de Santiago.

 

2)      Hotel Holiday Inn Aeroporto – não conta, pois foi somente uma noite que ficamos na cidade, aguardando nosso voo no dia seguinte para Calama.

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3)      Radisson Santiago – Na minha opinião, um dos melhores hotéis e um dos melhores bairros para se hospedar na cidade. Fica em Vitacura. A sensação que se tem é que estamos quase no sopé das montanhas nevadas. E acho que é bem isso mesmo. Aproveitamos esta estada para irmos a duas estações de esqui diferentes: Farellones e El Colorado. Se quiser conhecê-las, se prepare: são muitas curvas… Para quem enjoa, como eu, sugiro tomar um dramin antes de subir. Embora fiquem a poucos km de Santiago, são mesmo muitas curvas. E super sinuosas. Desta vez não aproveitamos muito a cidade. Somente as estações com neve e o Spa do hotel, com sua sauna e sua piscina térmica no topo do prédio, de onde se tem uma linda vista da cidade.

 

4)      Sheraton Conventions – estivemos também por uma noite apenas, em transfer de voo de Los Angeles para o Rio. Portanto, nem pudemos curtir a cidade.

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5)      Marriott Santiago – Viagem que fiz em comemoração ao meu aniversário. Fui com meu marido, meus pais e meu afilhado. Também, por causa disso, foi muito especial. Porém, por ser somente um fim de semana, tudo precisou ser feito de forma meio acelerada. Contratei um city tour já daqui do Brasil. A van nos pegou no hotel e levou para a Praça de Armas e por aqueles prédios históricos do centro. Desta vez, entramos na igreja de São Francisco. É linda por dentro também. De lá, fomos ao cerro Santa Lucia, fundado em 1541, e que eu achei beeeeem mais bonito do que o San Cristóbal. Tem umas construções bonitas lá em cima e a vista também é legal. Fomos ainda a umas lojas que vendem produtos de cobre e de lapis lazuli, matérias primas típicas da região. À tarde fomos ao Shopping Parque Arauco de novo, com preços excelentes se compararmos aos nossos preços aqui no Brasil. No dia seguinte, optamos por ir às estações de esqui, que sempre são “O” passeio estando em Santiago. Fomos novamente ao Valle Nevado e depois a Farellones.

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Mesmo tendo ido 3 vezes a Santiago, sei que falta muito o que conhecer na cidade, como  o Centro Cultural Gabriel Mistral, o Museo de Bellas Artes, o Mercado Central, a casa de Pablo Neruda… além do clássico passeio pela vinícola Concha y Toro. Mas eles ficam guardados para uma próxima vez, que, eu espero, aconteça.

 

nhoque light e rapidinho

165.01.09_-_nhoque_de_batata_500g1Creme-de-Ricota-Light

Ok, em termos de alimentação, não sou a mais criativa. Por isso mais uma receita de nhoque.

Gosto somente de alguns poucos ingredientes.

Ao contrário da maioria, não tomo café, refrigerante, bebidas alcoólicas… Detesto alho, cebola, carne vermelha, frango que não seja desfiado, arroz… enfim, amo carboidratos e laticínios. No calor, uma saladinha também é bem vinda.

Esta receita que trago hoje pode ser feita naqueles dias em que a fome é grande e o tempo para preparar a refeição é pequeno. Este prato é simples, fácil e rápido de ser feito.

Aliás, para passar pelo meu critério de qualidade, é importante que a receita seja: gostosa, rápida e fácil. Se puder ser menos engordativa, melhor.

Então vamos aos ingredientes:

  • 1 pacote de nhoque pronto
  • 1 creme de ricota light
  • 50 g de peito de peru sem casca fatiado e cortado em tirinhas
  • 50 g de queijo ralado fresco
  • 1 xícara de alho poró cortadinho em pedaços
  • 200 ml de leite desnatado
  • Azeite e sal a gosto

 

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Modo de fazer:

  • Arrume o nhoque em um refratário e reserve.
  • Em uma panela, refogue o alho poró e o peito de peru no azeite, sal e tempero.
  • Em seguida, acrescente na mesma panela o creme de ricota e o leite, mexendo bem até obter um molho.
  • Deixe o molho aquecer e coloque em cima do nhoque no refratário
  • Polvilhe queijo ralado em cima e leve ao forno (pré-aquecido) por cerca de uns 15 a 20 minutinhos.

E está pronto para degustar.

Taí um prato único que combina proteína (leite, creme de ricota e peito de peru), carboidrato (nhoque) e ao menos um vegetal (alho poró).

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Mais médicos?

MAIS MÉDICOS?

Simone Frattini*

O ensino médico no Brasil teve início tão logo a corte portuguesa desembarcou por aqui. Em fevereiro de 1808, D João VI criou, na Bahia, a primeira escola a ensinar medicina e cirurgia no país. Nove meses depois, nascia mais uma: a Escola Anatômica Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro. Passados 204 anos, em 2012, a USP publicou um relatório sobre avaliação das Escolas Médicas Brasileiras, mostrando que, ao todo, temos 198 instituições ensinando medicina no Brasil, um dos maiores índices do mundo.

Apenas nos últimos 17 anos, foram abertos 96 cursos novos de Medicina. A maioria em instituições particulares. Hoje, elas são mais de 57% do total, cobrando uma média de 4 mil reais por mês de seus alunos. Com o “baby boom” da educação médica no país, era de se esperar que o Ministério de Educação exercesse sua função de órgão fiscalizador e tivesse relativo controle do desenvolvimento dessas novas escolas. Por outro lado, também era de se esperar que o MEC não abandonasse o cuidado e a atenção em relação às antigas e já renomadas instituições.

Era de se esperar… Mas nós nos acostumamos a esperar demais. E receber de menos.

É óbvio que o MEC não estava cuidando do Ensino Médico como deveria. Não percebia o risco de morte de uma das mais tradicionais escolas médicas do Rio de Janeiro: a Universidade Gama Filho, fundada em 1939 e responsável por formar novos médicos desde 1965. Ao voltar os olhos somente para o novo, bebês que nasciam fortes e saudáveis, esquecia o cuidado com as instituições mais antigas, que respiravam por aparelhos.

Fossem médicos, os responsáveis pelo MEC ouviriam o bip-bip, tão comum nos nossos CTIs, falhando peremptoriamente. A Universidade Gama Filho começou a dar indícios de falhas internas no final de 2011. Alunos manifestaram-se, funcionários idem. O MEC, que, além de não ser médico, não preza pelo cuidado, não se mexeu. Os sintomas estavam todos lá. A infecção começava a se alastrar, e a morte seria questão de tempo. Se o MEC fosse um médico, teria percebido a gravidade do caso e poderia salvar a tempo a vida de quem ele deveria estar cuidando.

Ao longo de 2012 e 2013, enquanto estava em pauta a contratação de médicos estrangeiros para suprir a necessidade de mais profissionais da área no Brasil, cerca de 2 mil acadêmicos do curso de Medicina da Universidade Gama Filho lutavam para dar seguimento aos seus estudos, em uma instituição que vinha definhando, visivelmente. Professores competentíssimos e renomados, funcionários extremamente dedicados e fiéis à história do seu local de trabalho mantiveram a universidade de pé, sabe-se lá como. Sem a assistência necessária, ou seja, a atenção do MEC, tanta vontade de sobreviver não bastaria.  

Se precisamos de mais médicos, principalmente bons médicos, por que não cuidar dos nosso acadêmicos de Medicina? Por que importar médicos de outros países? Por que criar mais vagas? Fosse o MEC um médico, saberia que não se cobre um machucado profundo com um band-aid. Dependendo do tamanho da lesão e do dano, não adianta importar, de outros países, gaze e linha de sutura. Há que se fazer uma cirurgia. De outro modo, a lesão continua lá. E dói e mata do mesmo jeito.

Em 08 de julho de 2013, o Ministério da Saúde lançou o Programa Mais Médicos. Com os olhos voltados à necessidade – real – de levar assistência à saúde a milhões de brasileiros carentes. Com a contratação de profissionais estrangeiros, espera-se suprir momentaneamente uma demanda reprimida. Com a formação cuidadosa, assistida e adequada de médicos brasileiros, seria possível suprir esta demanda eternamente.

Não cabe mais perguntar por que se contratar médicos estrangeiros e criar novas vagas nos cursos de Medicina quando não há um cuidado e uma preocupação com aqueles que estão em vias de se formar médicos, alunos entre o primeiro e o sexto ano de formação médica.

Não cabe perguntar, porque não há resposta satisfatória.

E , ainda assim, precisamos de mais médicos.

Em 12 de dezembro de 2013, foi autorizada, por meio da Política Nacional de Expansão das Escolas Médicas, a abertura de 560 vagas para cursos de Medicina. Até 2017, serão abertas 11.447 vagas em instituições públicas e privadas. O baby boom continuará, sem a menor garantia de que estas novas possibilidades serão bem alimentadas, bem cuidadas, bem nutridas. Criar vagas no ensino superior não é tão complicado assim. Difícil é manter a qualidade deste ensino. É ter certeza de que a educação médica no país está crescendo forte e saudável. Ao que tudo indica, não está.

Fosse o MEC um médico, saberia que não basta colocar um filho no mundo. É preciso cuidar, alimentar, dar vacina, e, de vez em quando, levar ao pediatra, para ter certeza que ele está se desenvolvendo bem e com saúde. Mas o MEC não é médico. O MEC não entende nada de Medicina.

Aliás, ao que tudo indica, o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde são partes de um todo, mas que não se entendem muito bem. Enquanto um diz “mais médicos”, o outro abandona os futuros médicos, acadêmicos prestes a se formar e a iniciar uma carreira na Medicina, em um país que insiste em gritar: “mais médicos”. Fosse o MEC um médico, de qualquer área, ele entenderia que, se uma população grita que precisa de remédio, não adianta vir com placebo. Uma vez, li que quem tem fome, tem pressa. Quem está morrendo também. Os primeiros 10 minutos num atendimento de emergência fazem toda a diferença na sobrevivência do paciente.

Ainda bem que o MEC não é médico. A esta altura, nós, estudantes de medicina da Universidade Gama Filho, já estaríamos todos mortos. 

 

*Artigo publicado no jornal O GLOBO, seção Opinião, no primeiro caderno, pág. 13. Segue aqui o texto integral.  

Ilha de Malta: uma verdadeira viagem no tempo

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Eu nunca vou esquecer minha chegada à Ilha de Malta.

Muitas vezes faz toda a diferença o jeito que você chega a um lugar. Às vezes é bom chegar de avião e apreciar, do alto, montes nevados. Ou chegar de carro e ver a cidade se revelando devagarzinho, aproveitando a transição de estrada para via urbana. Em outras situações, é maravilhoso chegar a pé, como deve ser chegar a Santiago de Compostela.

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Mas chegar a Malta tinha que ser assim: por mar. Foi uma emoção com tudo junto: o dia amanhecendo, o navio apitando, e aquele lugar – que parecia saído de outro século – entrando no meu mundo atual. Como assim? Eu devia estar viajando no tempo. Ou ainda sonhando…

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Desembarquei em Malta com todo o encantamento que o lugar proporciona. O mar era verde esmeralda e as construções de La Valletta, cor de ocre, me faziam enxergar tudo meio em sépia, tudo meio onírico.

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O calor, sol brilhando, brisa marinha agradável… os detalhes tornavam tudo ainda mais prazeroso.

La Valletta, a capital da República de Malta é bem pequena. Não chega a ter 1 km²… Então é perfeitamente possível passear por ali a pé. A ilha toda é linda. Vale a pena andar muito por ali. Tudo é muito bonito, e, devido à sua história, a cidade foi sendo construída cheia de fortificações: muros, torres e o Forte de São Telmo. Os edifícios históricos são todos belíssimos. E são também muitas as igrejas. Entramos logo na co-catedral de São João. A igreja em si já é linda, mas nós demoramos hooooooras mesmo nas salas anexas, onde ficamos apreciandoas enormes telas de pinturas de Caravaggio.

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La Valletta acontece um pouco acima do nível do mar. Ou seja, por ser alta, da cidade é possível também apreciar lindas vistas da praia. Fomos até os Hastings Gardens, com uma vista incrível!

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Passeamos pelo centro, com várias lojinhas e cafés interessantes. E tanto prédio histórico maravilhoso que fica até difícil recordar o nome  de todos.

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Depois, mais distante dali um pouco, fomos conhecer a Mdina, a antiga capital da Ilha de Malta. É uma cidade murada, com portão e tudo. É conhecida como “cidade silenciosa”, mas ainda hoje tem bastante gente que mora ali dentro.  Com becos, ruazinhas e vielas, um lugar encantador. Parece cenário de filme da idade média (sei lá se da Idade Média mesmo, mas com certeza aqueles filmes de época). Dentro da Mdina, visitamos a Catedral de São Paulo, lindíssima. E, de alguns locais mais altos, pudemos contemplar a beleza da vista para fora dos muros.

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Inesquecível.

No retorno para o navio, ainda pudemos ter um bom tempo no lindo e elegante porto de La Valletta, conhecido como Grand Harbour. Nem tão grande assim, ele é um charme e vale apena sentar em suas mesinhas e apreciar o ambiente e algum petisco antes da partida. Nem tanto pelo sabor de uma bebida ou comidinha, mas unicamente para prolongar um pouquinho mais a estada num lugar tão maravilhoso.

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Sorvete light de banana

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Acho que eu nem preciso dizer que banana é minha fruta preferida.

Basta ver que já postei outras vezes receitas com esta que é a fruta perfeita: não tem caroço, é fácil de descascar, vale por um doce e não precisa nem lavar.

Para completar, durante o ano inteiro achamos fácil nos mercados e ainda é barata. Daí a expressão “a preço de banana”, quando queremos dizer que algo não é nada caro.

Ok, declaração feita às bananas, vou explicar a receita que hoje eu trago para com vocês:

 

Ingredientes:

  • 4 bananas maduras
  • 1 copo de iogurte grego
  • 1 colher de sopa de mel
  • 1 pitada de canela (se desejar)

 

 

Modo de Fazer:

Fácil demais! Basta bater todos os ingredientes no liquidificador e, quando estiver numa consistência parecida com a de um sorvete, colocar num pote tampado e guardar no freezer e deixar congelar.

 

DICA: Uns minutinhos antes de servir, o ideal é deixar um tempinho em temperatura ambiente.

E por que esta receita é tão boa?

Porque é light e nutritiva. Porque é gelada, ideal para o verão. E ainda é rápida e simples de fazer. E pessoa nenhuma merece ficar sofrendo dentro do calor de uma cozinha para fazer uma sobremesa rebuscada – e às vezes nem tão saborosa! – quando está um dia lindo lá fora.

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Gramado: a cidade mais turística do Brasil

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Estive em Gramado duas vezes, se não me engano. A primeira vez, com meus pais, há muito tempo. A segunda, mais recentemente, com meu marido.

Não há dúvidas de que há muito tempo Gramado vem se especializando em ser um maravilhoso destino turístico no Brasil. E, da primeira vez que estive lá para a segunda, o que se viu foi um aprimoramento em relação às atrações. Às mais antigas e tradicionais, como o Mini Mundo e o Lago Negro, se agregaram outras como o Hollywood Dream Cars e o Museu de Cera, o que faz com que haja muito o que fazer na cidade.

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Os dias que passamos lá mais recentemente foram dias muito frios e, infelizmente, de muita chuva. Eram férias de inverno e, por isso, a cidade estava muito cheia. Mas, são tantas as atrações que nenhuma delas parecia lotada e, mesmo com a chuva, era possível aproveitar bastante.

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Hospedamo-nos no hotel  Laghetto Siena. Ele não fica no centro, mas, como estávamos de carro, foi uma ótima opção. Um quarto bem aconchegante, com calefação na medida certa. Pra completar, ainda tinha uma piscina térmica bem providencial para momentos de lazer fora do frio que estava fazendo. Logo no primeiro dia passeamos pelo bonito centro da cidade, visitamos as lojinhas, tomamos um chocolate quente, passamos em frente ao Palácio dos Festivais, onde acontece o Festival de Cinema… e, à noite, jantamos um fondue e depois passeamos pela Rua Coberta, com vários barzinhos e música ao vivo. Um clima agradável, mas num friiiiioooo de matar!

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No dia seguinte, a despeito do céu fechado, fomos até o lindo Lago Negro e andamos de pedalinho e depois demos a volta no lago. De lá, seguimos para o Mini Mundo. Um parque primoroso! Para crianças e adultos. Imperdível! Perto dali, fomos também ao Mundo Encantado. Não tão encantador assim, mas valeu, principalmente porque era um dia de chuva e ele é todo coberto.

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Uma das atrações que visitamos, especialmente para fugir do frio e da chuva que não paravam, foi a fábrica de Cristais, onde pudemos ver a criação de objetos de cristal. Para quem nunca viu, vale a pena assistir a performance. O processo de fabricação, com o material incandescente, é muito legal. Além disso, a loja tem peças belíssimas.

Como o objetivo era ficar aquecido e em lugares cobertos, fomos ao Museu do Perfume, ao Museu do Chocolate da fábrica Caracol, ao museu Hollywood Dream Cars, e  ao Museu Medieval.  Todos legaizinhos, mas nada demais. Realmente são daqueles que valem a pena principalmente se estiver chovendo, como no nosso caso. Quer dizer, exceto o museu dos carros, já que os aficionados por automóveis, com certeza, irão gostar muito.

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Neste dia almoçamos no restaurante El Fuego, com um Buffet bem saboroso e ambiente bonito e quentinho. No inverno, a calefação adequada, certamente, é um chamariz!

No dia seguinte, passeamos pelo Parque Knorr, onde está a Aldeia do Papai Noel. Esse sim um passeio imperdível, como o Mini Mundo e o Lago Negro. Encantador, para adultos e crianças. De lá, também, é possível ter uma linda vista do Vale dos Quilombos. Depois pegamos o carro e também aproveitamos para visitar o lago Joaquina Rita Bier. Bem menor do que o Lago Negro, mas é uma região bem bonitinha. Ali, mais ou menos próximo, é possível ver também o monumento símbolo do Festival de Cinema de Gramado, o Kikito, na Rótula das Bandeiras.

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Neste fim de tarde, pensamos em experimentar um dos maravilhosos e fartos cafés coloniais servidos à tarde. Lembro que quando estive lá, mais nova, com minha família, fomos a um e foi uma ótima experiência. Porém, desta última vez, eu e meu marido ficamos tão em dúvida sobre qual café colonial que iríamos, que acabamos não conseguindo decidir.  Acabamos jantando uma sopa e uma massa em um dos maravilhosos restaurantes do centro.

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Para finalizar a lista de lugares para se visitar em Gramado, a cidade possui dois lindos e diferentes pórticos em duas de suas entradas. Cada um com um estilo, mas ambos merecem ao menos uma passadinha no local para vê-los. Ou seja, pode até usar um deles para chegar à cidade e o outro, quando for deixá-la. Ou seja, é uma cidade com muitas atrações, do início ao fim.

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