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Os lindos calanques de Marselha, França

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Quando pensamos em turismo na França, obviamente, a primeira imagem que vem à mente é a famosa Torrei Eiffel e outros ícones de Paris. Num segundo momento, aí sim, podem começar a pipocar na mente imagens de campos de lavanda, num cenário da Provence…

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Dificilmente, de primeira, se pensa em um passeio ao mar quando se fala em turismo na França. Mas a verdade é que um dos lugares mais bonitos que já visitei fica justamente na costa francesa, no coração da Provence, na maior cidade do sul da França. DSC02188 Marselha não é realmente, nem de perto, tão linda como outras famosas cidades francesas… Tem seu charme, obviamente, mas seu encanto não está mesmo na cidade, e sim no mar: nos Calanques, formações rochosas de calcário (por isso têm uma cor clara, tão linda) que emergem do mar de um verde/azul tão lindo. DSC02194DSC02209                     Quando visitei Marselha, era verão. O dia estava lindo, muito sol e sem nenhuma nuvem no céu… Coloquei um vestido bem fresquinho, branco e fui passear de barco. Não sabia eu que estava fazendo 18 graus, e que na beira do mar soprava um vento gelado cortante. Me embrulhei nas toalhas que havíamos levado, e seguimos caminhando até o Vieux-port, de onde saem os barcos turísticos para passear pelos Calanques. DSC02177 O vieux-port é o lugar turístico por natureza de Marselha. É ali que dá pra passear, comprar sabonetes e sachês com aroma de lavanda em uma feirinha super agradável, e, claro, almoçar ou tomar um café nos inúmeros restaurantes do velho porto. A imagem é bem charmosa: uma quantidade impressionante de pequenos barcos atracados e, ao redor, construções históricas charmosas. DSC02232 Mas não se deixe enganar pelo cenário idílico. Quando lá estive, enquanto almoçava em um desses restaurantinhos do vieux-port, após uma apresentação de capoeira que estava acontecendo ali próximo, na rua, uma pessoa começou a gritar, pois havia tido sua carteira roubada. DSC02229 Bem, mas vamos ao passeio aos Calanques. Em primeiro lugar, um aviso: se você enjoa fácil em barcos, não se esqueça de tomar um Dramin. O mar, devido ao vento que sopra da África, mexe e remexe a embarcação o tempo todo. Não sei se todos os dias é assim, mas, sinceramente, eu não arriscaria. Eu mesma esqueci de tomar o remédio e passei muito mal, várias vezes! DSC02222 O que não me impediu de aproveitar o visual incrível… Assim que o barco se afasta do porto, é possível ver a ilha onde está o Château d´If, a antiga prisão que inspirou Alexandre Dumas a escrever “O Conde de Monte Cristo”.  Há visitas guiadas para lá. Mas, como esse não era o objetivo do nosso passeio, o barco segue viagem e começam a surgir enormes pedras de calcário, algumas com disposições tão curiosas que criam praias semiprivadas, com um ou no máximo 2 barcos atracados . DSC02227 Há um ou outro restaurante no alto de algumas pedras, e também nos deparamos com pessoas que tomam sol mais à vontade no alto de um ou outro pequeno calanque… Cabe se perguntar como chegaram ali, quando não há nenhum barco atracado ali por perto… Percebo apenas como são felizes por terem um calanque particular para ficar se aquecendo ao sol da provence, com aquele mar tão lindo ao redor.   DSC02183

Reparação para pele muito ressecada

Chegou às minhas mãos um produto novo da La Roche-Posay que promete tratar da pele em locais onde ela é mais castigada, como as áreas dos cotovelos, pés e lábios: o Cicaplast Baume B5.

Na verdade, o produto pode ser usado no corpo todo, porém seu efeito é notado principalmente nestas regiões, que realmente precisam de uma hidratação mais intensa.

Seu concorrente mais popular é o Bepantol, sendo que, numa comparação entre os dois, embora sejam beeeeeem semelhantes, a consistência do Cicaplast me pareceu mais fácil de espalhar e também de ser absorvida pela pele mais rapidamente.

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Quanto ao poder reparador, também ficou fácil perceber que, em mais ou menos uma semana, já é possível notar uma bela diferença no local afetado.

Comecei a usar após passar uma semana no Texas, EUA, lugar super seco, e de onde voltei com as pernas e os pés bem ressecados. Foi ótimo. Em poucos dias, minhas pernas estavam novamente hidratadas e os pés com uma textura bem macia. Valeu a pena.

O Cicaplast não é minha dica para uma hidratação de corpo inteiro e nem para o dia a dia, mas é super útil, principalmente para aquelas regiões que estão realmente precisando de uma hidratada mais profunda e poderosa.

Outra dica que eu dou: aplicar no mínimo 2 vezes ao dia. Após o banho e antes de dormir, dois momentos importantíssimos. O primeiro, porque, com a pele úmida, a absorção do creme pela pele é melhor. E o segundo, porque o período noturno é um dos que mais sofremos desidratação.

Se decidir experimentar o produto, diga o que achou e qual foi sua experiência.

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Ah, aproveito para dizer que tenho 2 amostras deste produto, e que as primeiras pessoas que entrarem em contato através dos comentários, dando o email, receberão uma amostra do Cicaplast para experimentar. OBS: é fundamental deixar o email para eu poder entrar em contato para pegar o endereço de envio da amostra. #desafiocicaplast  #theinsidersbrasil

Docinho improvisado

Sabe aquele momento em que dá vontade de um docinho e não tem nada gostoso em casa?

Hoje eu vou ensinar uma receita super fácil e rápida, mas que, ainda assim, é bem saborosa e mata a vontade do doce.

Você só precisa ter em casa:

- pão de forma

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- creme de avelã image
- banana

 

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E como fazer esse doce improvisado? Simples! Tira a casca do pão de forma, amassa bem a fatia, de modo que ela fique bem fininha e quadradinha. Passa o creme de avelã e coloca sobre ela a banana em rodelas.

Enrola a fatia de pão de forma, como se fosse fazer um rocambole e prende com um ou dois palitos.

Coloque no forno por cerca de 5 a 10 minutinhos. O ideal é o forno já estar pré-aquecido, ok?!

Quanto retirar do forno, finalize com uma pitadinha de canela…

E, pronto! No improviso, está aí um docinho super rápido e que é uma delícia!

Minipavê de brigadeiro: simples e gostoso!

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Como sempre, venho trazendo uma receita boa, saborosa, porém rápida e fácil de ser feita. Mais uma daquelas com bom custo/benefício, digamos assim. Faz sucesso, sem que você tenha tido um trabalhão…

A receita, é importante dizer, não é minha. É da chef Fernanda Rosset, da loja de doces paulista Le Jardin Secret. Mas a idéia é tão, mas tão simples, que poderia sim também ter sido inventada por qualquer um de nós.

Para fazer o pavê de brigadeiro, você vai precisar dos seguintes INGREDIENTES:

Pro brigadeiro preto:

- 1 lata de leite condensado

-4 colheres de sopa de chocolate em pó

-2 colheres de sopa de manteiga

 

Pro brigadeiro branco:

- 1 lata de leite condensado

-2 colheres de sopa de manteiga

 

Pra farofa:

- 200g de biscoito maisena

- 2 colheres de sopa de manteiga

 

COMO FAZER:

Tanto o brigadeiro branco, como o preto, não há muito mistério… Coloque os ingredientes numa panela e vá mexendo até engrossar.

Fazer a farofa também é bem simples: amassa bem a manteiga com os pedacinhos de biscoito. Se você tiver um triturador, fica mais fácil. E aí leva essa parte do biscoito em micropedacinhos com a manteiga ao forno médio (180 graus) por cerca de 8 minutos.

 

COMO MONTAR:

Minha dica para esse doce é colocar em potes pequenos e de vidro, pois ficam elegantes e bem charmosos.

Vá intercalando as camadas. Uma de biscoito, uma de brigadeiro branco, uma de biscoito, outra de brigadeiro preto… e por aí vai.

Em cima, dá pra enfeitar com o que você preferir. Pode ser um morango, uma cereja, granulado, raspas de chocolate, pedacinhos de bombom…

Depois escrevam dizendo se fizeram e se gostaram!

Sobre gigantes e anões

Nascido no fim da 1ª Grande Guerra, em 1918, e falecido no fim do ano passado aos 95 anos, ele foi ganhador do prêmio Nobel, e contribuiu, indiscutivelmente, para o progresso humano no século XX.

Se à mente do leitor veio a figura de Nelson Mandela, deve saber que a descrição também se aplica ao bioquímico Frederick Sanger. Ambos nasceram no mesmo ano de 1918 com diferença de 1 mês (Mandela em julho, Sanger em agosto), e faleceram em 2013, igualmente, em meses consecutivos (Sanger em novembro, Mandela em dezembro). Mandela foi laureado com o Nobel da Paz em 1993. Sanger com o de química por duas vezes – em 1958, quando determinou a sequência peptídica da Insulina (hormônio cuja falta acarreta a doença diabetes mellitus), e em 1980, pela criação de técnicas de sequenciamento de DNA.


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Suas vidas, origens, e desafios que enfrentaram foram completamente diferentes. Um nasceu numa tribo sul-africana, engajou-se na luta política de um país disputado pelas potências europeias, foi preso por quase 3 décadas, e participou ativamente do movimento que pôs fim à segregação racial injuriosa do apartheid. O outro nasceu na Inglaterra, cedo apaixonou-se por temas científicos, teve a oportunidade de estudar sob uma metodologia chamada Plano Dalton, cujo escopo visava ao desenvolvimento da liberdade, iniciativa e autonomia dos discentes, e tornou-se um dos maiores cientistas de todos os tempos.

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O regime no qual Sanger desenvolveu seu potencial científico contrasta, radicalmente, com aquele que se tornou a razão da vida e luta de Mandela. Mas ambas as conjunturas ensejaram que seus protagonistas empurrassem a humanidade a um estágio mais avançado de civilização. Sanger estendeu as fronteiras do conhecimento, desvendando a estrutura química da vida. Mandela ampliou as da liberdade humana, derrubando o preconceito, o racismo e a hipocrisia.

Nestes meados de 2014, no entrementes das datas em que se comemorariam os 96 anos dos dois personagens, a importância de suas trajetórias é aqui lembrada em deferência aos que se dedicam, de forma construtiva, ao progresso do homem na Terra.

No mesmo instante em que esta homenagem é aqui registrada, escreve-se, em outra parte do globo, mais um triste capítulo da História. Trata-se do conflito na Faixa de Gaza que já ceifou a vida de cerca de 50 soldados israelenses, e mais de 1500 civis palestinos, dentre os quais muitas crianças, mulheres e idosos. É fato difusamente conhecido que vários mísseis de Israel já atingiram escolas e hospitais, sob a justificativa de os locais abrigarem terroristas do Hamas, e sob a auto-eximição de os mesmos usarem a população como escudo humano.

Em meio às críticas que Israel recebeu da comunidade internacional (incluindo as de aliados, como os EUA), foi particularmente interessante sua reação à do Brasil, que convocou seu embaixador no país. Chamou, através de seu porta-voz, o país de “anão diplomático”, e de parceiro “irrelevante”.

O menoscabo público e oficial na referência a um membro da ONU com quem, historicamente, manteve laços de amizade, denota o grau de respeito que Israel dedica a quem dele discorda.

Mandela certa vez disse que sonhava com o dia em que todos se levantariam e compreenderiam que foram feitos para viver como irmãos. Sanger, certa feita, ao recusar uma distinção que lhe foi oferecida, respondeu: “A knighthood makes you different, doesn’t it, and I don’t want to be different!”. Tarde demais… Enquanto se discute a definição do que seja desproporcional, 7×1 no futebol, ou 50 contra 1500, a relevância gigante das memórias de Frederick Sanger e Nelson Mandela se opõe à moralidade anã dos promotores da desgraça de Gaza.

Santiago do Chile

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Este post sobre Santiago estou escrevendo em homenagem a uma grande amiga que está pensando em ir até lá nas suas próximas férias, em maio.

Já estive na Cidade de Santiago, no Chile, 3 vezes diferentes. Óbvio que cada uma teve um sabor diferente, dependendo do momento que estava sendo vivido. No relato, dividirei cada vez pelo hotel em que me hospedei, em ordem cronológica.

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1)      Crowne Plaza – Talvez tenha sido a mais especial, pois foi a primeira vez que eu fui. Quando você não conhece um lugar e tudo é novidade, é claro que marca mais.

Fomos em um feriado de Corpus Christi, ou seja, eram poucos dias e queríamos ver o máximo naquele tempo curto. Logo no primeiro dia fizemos o city tour básico pela cidade. Eu havia comprado os passeios com uma agência daqui do Rio mesmo. Assim, a agência chilena passou no hotel com uma van e nos levou  direto à Praça de Armas, onde pudemos ver a troca de guarda. Fica bem cheio e é legal, se você nunca viu, mas é um pouco demorado. Se quiser assistir, é importante ver dias e horários em que esta troca da guarda acontece. Dali, fomos ao prédio dos correios (Correo Central), antigo e bem bonito, vimos a Iglesia de San Francisco (construída entre os anos 1572 a 1618), muito bonita, mas não entramos desta vez. Na verdade, a excitação toda estava no passeio posterior a este, que era subir até o Valle Nevado, onde poderíamos ver neve. No meu caso, seria a primeira vez. Não vou entrar em detalhes sobre o Valle Nevado aqui, pois ele merece um post a parte. Mas, enfim, este é um passeio imperdível a quem vai para Santiago. Nas vezes em que fui, havia neve. Mas não sei informar se nos meses fora do inverno a neve permanece, pelo menos no topo das montanhas…

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O city tour também nos levou ao Cerro San Cristóbal, um dos pontos mais altos da cidade, onde podíamos ter uma visão panorâmica. O dia estava nublado e talvez por isso não tenha sido tão legal assim. Lá em cima há a estátua de uma santa. É possível chegar usando um funicular, mas nós subimos na van do city tour mesmo.

No dia seguinte, tínhamos agendado e pago ainda no Brasil os clássicos passeios a Viña Del Mar e Valparaíso. Mesmo assim, desistimos do roteiro prévio e agendamos com um taxista para que ele nos levasse a outra estação de esqui. A escolhida foi Portillo. Bem mais distante que Valle Nevado, mas infinitamente mais linda. Vale a pena se você tiver tempo, pois é longe. Mas, no nosso caso, valeu cada km percorrido e cada curva revirada na estrada. É um local lindo e o hotel que existe lá é muito bom. Almoçamos por lá mesmo e a comida era maravilhosa.

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Nosso hotel era bem central e nós jantamos muito bem em lugares próximos, no bairro Bellavista. Lembro também de termos circulado por uma feirinha simplesinha, mas bem legal perto destes restaurantes. Uma outra noite fomos jantar no centro gastronômico BordeRío, um lugar imperdível, que realmente vale a pena! No nosso caso, jantamos no restaurante El Apero, tipicamente chileno, e, durante o jantar, ainda houve a apresentação de um show folclórico. Fomos convidados por familiares nossos que, na ocasião, moravam na cidade. Ótima escolha deles. Se bem que, em todos os restaurantes, priorizei peixes da região e purê de batata. Em todos os momentos, minha escolha não tinha como ser mais acertada. Na última noite fomos passear também pelo shopping Parque Arauco, onde jantamos em um restaurante japonês. O shopping é bem legal, com uma arquitetura interessante.

No hotel, aproveitamos ainda o Spa, que era excelente. Chegar cansada dos passeios e conseguir curtir uma sauninha e uma hidro no SPA era muito bom!

Durante nossa primeira visita à cidade, o que realmente encanta é ver a cidade toda rodeada de montanhas nevadas. É lindo! Não tem nada parecido no Brasil. Você ver a cidade e, ao redor, aquelas montanhas… Pra mim, é o melhor de Santiago.

 

2)      Hotel Holiday Inn Aeroporto – não conta, pois foi somente uma noite que ficamos na cidade, aguardando nosso voo no dia seguinte para Calama.

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3)      Radisson Santiago – Na minha opinião, um dos melhores hotéis e um dos melhores bairros para se hospedar na cidade. Fica em Vitacura. A sensação que se tem é que estamos quase no sopé das montanhas nevadas. E acho que é bem isso mesmo. Aproveitamos esta estada para irmos a duas estações de esqui diferentes: Farellones e El Colorado. Se quiser conhecê-las, se prepare: são muitas curvas… Para quem enjoa, como eu, sugiro tomar um dramin antes de subir. Embora fiquem a poucos km de Santiago, são mesmo muitas curvas. E super sinuosas. Desta vez não aproveitamos muito a cidade. Somente as estações com neve e o Spa do hotel, com sua sauna e sua piscina térmica no topo do prédio, de onde se tem uma linda vista da cidade.

 

4)      Sheraton Conventions – estivemos também por uma noite apenas, em transfer de voo de Los Angeles para o Rio. Portanto, nem pudemos curtir a cidade.

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5)      Marriott Santiago – Viagem que fiz em comemoração ao meu aniversário. Fui com meu marido, meus pais e meu afilhado. Também, por causa disso, foi muito especial. Porém, por ser somente um fim de semana, tudo precisou ser feito de forma meio acelerada. Contratei um city tour já daqui do Brasil. A van nos pegou no hotel e levou para a Praça de Armas e por aqueles prédios históricos do centro. Desta vez, entramos na igreja de São Francisco. É linda por dentro também. De lá, fomos ao cerro Santa Lucia, fundado em 1541, e que eu achei beeeeem mais bonito do que o San Cristóbal. Tem umas construções bonitas lá em cima e a vista também é legal. Fomos ainda a umas lojas que vendem produtos de cobre e de lapis lazuli, matérias primas típicas da região. À tarde fomos ao Shopping Parque Arauco de novo, com preços excelentes se compararmos aos nossos preços aqui no Brasil. No dia seguinte, optamos por ir às estações de esqui, que sempre são “O” passeio estando em Santiago. Fomos novamente ao Valle Nevado e depois a Farellones.

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Mesmo tendo ido 3 vezes a Santiago, sei que falta muito o que conhecer na cidade, como  o Centro Cultural Gabriel Mistral, o Museo de Bellas Artes, o Mercado Central, a casa de Pablo Neruda… além do clássico passeio pela vinícola Concha y Toro. Mas eles ficam guardados para uma próxima vez, que, eu espero, aconteça.