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A pequena e romântica Brugge

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Era verão quando fomos a Brugge.

Fazia um sol lindo e a cidade estava cheia de turistas, como nós, o que conferia a ela um aspecto vibrante e, ainda assim, romântico.

Conhecida como a “Veneza do Norte”, ela é toda recortada por canais, que rendem um agradável passeio de barco, ideal para admirar de outro ângulo as antigas construções que formam a cidade.

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Chegamos de trem, e logo fomos pro lindo Hotel Heritage, da Rede Relais & Châteaux. É um lugar pequeno, mas extremamente charmoso, com decoração clássica e um café da manhã delicioso num salão elegantíssimo.

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O hotel fica super bem localizado, próximo do centro histórico e do agito a ponto de se chegar lá em poucos passos, mas longe o suficiente para ser silencioso e numa rua tranquila.

Lugar mandatório para se visitar é a Praça Markt, a principal da cidade.  Ali estão vários restaurantezinhos charmosos. Aliás, nós mesmos jantamos por lá no primeiro dia. As mesinhas na praça ficam bem agradáveis para se curtir a temperatura do verão à noite.

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Muita gente vai a Bruges fazendo um bate e volta de Bruxelas, já que é bem pertinho de trem (menos de 1 hora), mas eu realmente sugiro que se passe a noite lá. Além de a cidade ter pequenos hotéis charmosíssimos para dormir, é também uma oportunidade de curtir Bruges e os seus barezinhos e bistrôs durante após o sol se por, tomar um drinque, uma típica cerveja belga, por exemplo (para quem gosta), comer um jantarzinho… Bem, foi o que nós fizemos e valeu muito a pena.

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Bem, voltando à praça Markt, lá você verá inúmeros prédios históricos, como a torre do Campanário. Também é bem interessante subir esta torre, como nós fizemos. São mais de 300 degraus de escada, mas a vista que se tem lá de cima é espetacular. Você consegue ver a cidade inteira. A visitamos em um dia de sol, bem claro, o que tornou a panorâmica  ainda melhor.

Há outra praça ali próximo, chamada Burg, também encantadora e que vale a pena conhecer. Preste atenção ao lindo prédio da prefeitura localizado lá.

Depois, ainda aproveitando o idílico cenário para caminhar, fomos até o Minnewater Park, onde se caminha absorvendo o encanto do Lago do Amor.

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Lugar lindo e, obviamente, romântico. Ali perto está também a capelinha de Santa Elizabeth da Hungria. Passe pelo portão e o que você verá em nada lembra uma igreja. É, sim, um conjunto de construções históricas onde vivem freiras da igreja católica. Não sei se ainda hoje as casinhas são utilizadas como moradias para as irmãs, acho que sim, mas, independente disso, é um lugar bucólico e tranquilo para se visitar.

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Há, também, algumas igrejas (de verdade) bem bonitinhas em Bruges, eu destaco a Igreja de Nossa Senhora. Linda por dentro e por fora.

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Não visitamos museus, digamos, mais culturais na cidade, mas fizemos uma visita a um museu mais guloso. Fomos ao Museu do Chocolate. Digamos que é um museu…hmmm… mais ou menos. O destaque fica para as incríveis esculturas feitas em chocolate e, óbvio, para o maravilhoso cheirinho que está em todos os ambientes do museu. Nem precisa dizer que você sai de lá doido para comer uns apetitosos chocolatinhos belgas…

 

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Além de curtir o charme das construções históricas e ruazinhas de pedras, tome um sorvete belga. É gostoso e um alívio no verão. Outra dica: não deixe de descansar das caminhadas fazendo o passeio de barco pelos canais. Você conhecerá mais e mais construções históricas, e aproveitará o belo visual.

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Outros passeios – que não fizemos – mas que também são típicos de Bruges, é alugar uma carruagem para andar pela cidade se sentindo um rei, ou experimentar o passeio de balão. Vimos vários no céu, mas, infelizmente, não foi dessa vez que vivemos essa aventura. Melhor… É como eu sempre digo, é bom ficar faltando fazer alguns passeios, mais motivos para retornar ao lugar…

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O bolo com menos ingredientes do mundo

Ok, pode ser que você já conheça…

Mas a receita é tão simples, tão escandalosamente fácil que sempre é bom compartilhá-la.

Melhor ainda ter em mente que, para fazer um bolo gostoso, não é preciso de uma fórmula complicada ou trabalhosa.

Aqui, basta você ter em casa 2 ingredientes:

- 4 ovos

 

 

 

-  240g Nutella para o bolo (pode substituir por outro creme de avelã)

 

 

 

Se você estiver de mau humor, pode ainda querer contrariar, dizendo que precisamos usar mais 2 ingredientes: Manteiga para untar a forma e chocolate em pó (ou açúcar) para polvilhar. Verdade.  São 4 ingredientes então.

O que não muda em nada o título desse post: continua sendo o bolo com menos ingredientes no mundo!

E aí, como fazer?

Também simples. Basta seguir esses passos:

  1. Unte uma forma redonda e polvilhe-a com açúcar ou chocolate em pó.
  2. Pré aqueça o forno na temperatura de 180 graus.
  3. Bata os ovos na batedeira na velocidade mais alta por cerca de 6 minutos para o volume triplicar.
  4. Aqueça a Nutella no micro-ondas por cerca de 20 segundos, para ela ficar mais macia
  5. Adicione aos poucos a Nutella à vasilha com os ovos batidos, misturando devagar com uma colher.
  6. Coloque a massa na forma e leve ao forno por mais ou menos 25 minutos, ou até que esteja completamente assado.

Pronto! Com muito pouco, é possível fazer um bolo bem gostoso! Aproveite!

 

 

Ljubljana e seu lindo centro histórico

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A primeira vez que me interessei em ir a Ljubljana, capital da Eslovênia foi em maio de 2013, quando foi publicada uma reportagem na revista Viagem e Turismo sobre aquele lugar.

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Achei tudo lindo e me empolguei com os elogios ao lugar, feitos pelo autor da matéria.

Quem diria que 5 meses depois surgiria uma oportunidade para eu mesma visitar a Eslovênia e conhecer Ljubljana?!

Pois algumas das melhores coisas da vida são assim mesmo… Inusitadas, inesperadas e não planejadas.

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Chegamos lá de trem e é importante saber que o trem te deixa numa parte moderna da cidade. Não é lá que está seu charme. Pegue um taxi e, numa breve corrida, logo se está diante de um dos centros históricos mais legais que eu já visitei.

Há muito o que se ver na cidade inteira, mas se, como eu, você dispuser de pouco tempo,  priorize o centro histórico. É pequeno, fácil de percorrer todo a pé e com várias atrações interessantes.

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Existem também muitos hotéis de design na cidade. Alguns parecem mesmo modernos e muito bons, mas, sinceramente, não acho nem que combine ir para um lugar desses e se hospedar em um hotel meio modernoso. Optamos por uma pequenina pousada super charmosa aos pés do castelo da cidade. Esse hotelzinho, chamado Lesar Angel, nos ofereceu um ótimo quarto e banheiro, os funcionários eram atenciosos e ainda havia um chá da tarde gratuito incluído na diária.  

Em poucos passos estávamos na avenida cortada pelo Rio Liublianica, o melhor lugar para se passear e curtir, atravessando quantas vezes forem necessárias suas pontes, a fim de se ir ora para uma, ora para a outra margem do rio.

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Estivemos lá no outono, mas ainda não estava o pior frio de todos. Era um clima frio, mas suportável. Com neblina pela manhã e sol na parte da tarde.

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Nosso primeiro pit stop foi na Praça Peresen, onde há a rosada igreja de São Francisco. Movimentada, com uma estátua do poeta esloveno em frente. Aproveitamos para relaxar um pouco ali, junto com outros transeuntes.  Há artistas fazendo suas performances, gente passando, vendedores… Um lugar animado e vivo.

 

Logo ali também há diversas opções de bares, restaurantes, bistrôs… um mais charmoso que o outro. Dá vontade de parar em todos. Aliás, os que visitamos foram muito bons. Bem decorados, com atendimento primoroso e culinária bem feita. Nossas experiências gastronômicas em Liubliana foram impecáveis, desde o jantar no elegante Valvasor  (onde um casal da região, com sua filhinha, puxou assunto por estranharem a língua que falávamos) até o almoço no descolado Marley e eu, onde comemos desfrutando de música brasileira da melhor qualidade. Enfim, no centro histórico há muitas e muitas boas opções para uma refeição charmosa. Arrisque-se.

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Entre os pontos turísticos que visitamos, merecem destaque as pontes. Todas, mas em especial a Ponte Tripla, a do Dragão e do Açougueiro, com chão de vidro e linda iluminação à noite, onde fizemos como outros tantos casais e prendemos um cadeado lá, como “prova do nosso amor” (hã???? Ok, o ser humano é estranho mesmo…)E, seguindo por lá, passeamos pela Igreja de São Nicolau, pelo Mercado Central, pela Praça do Congresso, onde vemos a o  prédio da Filarmônica, a universidade e a Igreja da Santa Trindade. Passamos pelo prédio da prefeitura, pela Igreja de St James  e entramos no Museu da Cidade de Ljubljana, onde aproveitamos para aprender um pouquinho mais sobre o lugar e fugir um pouquinho do frio lá de fora.

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Mas o destaque mesmo é o Castelo. Tem que ir. Fomos duas vezes até lá. Na primeira vez, como ele era bem próximo da nossa pousada, subimos a colina a pé, no meio da bruma, até chegar lá em cima, num clima meio de terror. Como era muito cedo, o castelo ainda estava fechado. Descemos e resolvemos voltar mais tarde, subindo de funicular, na ponta oposta (ao nosso hotel) do centro histórico. É uma experiência interessante. O funicular é moderno e todo de vidro, o que permite que o visual de Liubliana de cima vá aparecendo aos poucos para você.

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Lá em cima, o Castelo está bem preservado, mas somente podemos visitar algumas partes. Outras são fechadas para eventos privados. Há também exposições de arte e, a parte mais interessante e histórica, é a caracterização da prisão, com gravações de gritos de prisioneiros, trazendo um pouco da história do lugar ao momento da visita. De resto, o visual lá de cima é lindo. Vale a pena.

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Bem, essa foi nossa visita à capital eslovena. Certamente pretendemos voltar. O astral do lugar é muito agradável e animado, mesmo no outono… Imagina no verão! E, certamente, ainda faltaram muitas atrações para vermos no restante do país. Foi uma ótima prévia, que somente me deu a certeza de que há muito mais para se conhecer numa próxima visita, como, por exemplo,  a ilhota no Lago de Bled, imagem que mais me chamou a atenção na reportagem que cito no primeiro parágrafo. Mas ela ficou como uma razão a mais para retornar à Eslovênia…

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Os lindos calanques de Marselha, França

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Quando pensamos em turismo na França, obviamente, a primeira imagem que vem à mente é a famosa Torrei Eiffel e outros ícones de Paris. Num segundo momento, aí sim, podem começar a pipocar na mente imagens de campos de lavanda, num cenário da Provence…

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Dificilmente, de primeira, se pensa em um passeio ao mar quando se fala em turismo na França. Mas a verdade é que um dos lugares mais bonitos que já visitei fica justamente na costa francesa, no coração da Provence, na maior cidade do sul da França. DSC02188 Marselha não é realmente, nem de perto, tão linda como outras famosas cidades francesas… Tem seu charme, obviamente, mas seu encanto não está mesmo na cidade, e sim no mar: nos Calanques, formações rochosas de calcário (por isso têm uma cor clara, tão linda) que emergem do mar de um verde/azul tão lindo. DSC02194DSC02209                     Quando visitei Marselha, era verão. O dia estava lindo, muito sol e sem nenhuma nuvem no céu… Coloquei um vestido bem fresquinho, branco e fui passear de barco. Não sabia eu que estava fazendo 18 graus, e que na beira do mar soprava um vento gelado cortante. Me embrulhei nas toalhas que havíamos levado, e seguimos caminhando até o Vieux-port, de onde saem os barcos turísticos para passear pelos Calanques. DSC02177 O vieux-port é o lugar turístico por natureza de Marselha. É ali que dá pra passear, comprar sabonetes e sachês com aroma de lavanda em uma feirinha super agradável, e, claro, almoçar ou tomar um café nos inúmeros restaurantes do velho porto. A imagem é bem charmosa: uma quantidade impressionante de pequenos barcos atracados e, ao redor, construções históricas charmosas. DSC02232 Mas não se deixe enganar pelo cenário idílico. Quando lá estive, enquanto almoçava em um desses restaurantinhos do vieux-port, após uma apresentação de capoeira que estava acontecendo ali próximo, na rua, uma pessoa começou a gritar, pois havia tido sua carteira roubada. DSC02229 Bem, mas vamos ao passeio aos Calanques. Em primeiro lugar, um aviso: se você enjoa fácil em barcos, não se esqueça de tomar um Dramin. O mar, devido ao vento que sopra da África, mexe e remexe a embarcação o tempo todo. Não sei se todos os dias é assim, mas, sinceramente, eu não arriscaria. Eu mesma esqueci de tomar o remédio e passei muito mal, várias vezes! DSC02222 O que não me impediu de aproveitar o visual incrível… Assim que o barco se afasta do porto, é possível ver a ilha onde está o Château d´If, a antiga prisão que inspirou Alexandre Dumas a escrever “O Conde de Monte Cristo”.  Há visitas guiadas para lá. Mas, como esse não era o objetivo do nosso passeio, o barco segue viagem e começam a surgir enormes pedras de calcário, algumas com disposições tão curiosas que criam praias semiprivadas, com um ou no máximo 2 barcos atracados . DSC02227 Há um ou outro restaurante no alto de algumas pedras, e também nos deparamos com pessoas que tomam sol mais à vontade no alto de um ou outro pequeno calanque… Cabe se perguntar como chegaram ali, quando não há nenhum barco atracado ali por perto… Percebo apenas como são felizes por terem um calanque particular para ficar se aquecendo ao sol da provence, com aquele mar tão lindo ao redor.   DSC02183

Reparação para pele muito ressecada

Chegou às minhas mãos um produto novo da La Roche-Posay que promete tratar da pele em locais onde ela é mais castigada, como as áreas dos cotovelos, pés e lábios: o Cicaplast Baume B5.

Na verdade, o produto pode ser usado no corpo todo, porém seu efeito é notado principalmente nestas regiões, que realmente precisam de uma hidratação mais intensa.

Seu concorrente mais popular é o Bepantol, sendo que, numa comparação entre os dois, embora sejam beeeeeem semelhantes, a consistência do Cicaplast me pareceu mais fácil de espalhar e também de ser absorvida pela pele mais rapidamente.

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Quanto ao poder reparador, também ficou fácil perceber que, em mais ou menos uma semana, já é possível notar uma bela diferença no local afetado.

Comecei a usar após passar uma semana no Texas, EUA, lugar super seco, e de onde voltei com as pernas e os pés bem ressecados. Foi ótimo. Em poucos dias, minhas pernas estavam novamente hidratadas e os pés com uma textura bem macia. Valeu a pena.

O Cicaplast não é minha dica para uma hidratação de corpo inteiro e nem para o dia a dia, mas é super útil, principalmente para aquelas regiões que estão realmente precisando de uma hidratada mais profunda e poderosa.

Outra dica que eu dou: aplicar no mínimo 2 vezes ao dia. Após o banho e antes de dormir, dois momentos importantíssimos. O primeiro, porque, com a pele úmida, a absorção do creme pela pele é melhor. E o segundo, porque o período noturno é um dos que mais sofremos desidratação.

Se decidir experimentar o produto, diga o que achou e qual foi sua experiência.

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Ah, aproveito para dizer que tenho 2 amostras deste produto, e que as primeiras pessoas que entrarem em contato através dos comentários, dando o email, receberão uma amostra do Cicaplast para experimentar. OBS: é fundamental deixar o email para eu poder entrar em contato para pegar o endereço de envio da amostra. #desafiocicaplast  #theinsidersbrasil

Docinho improvisado

Sabe aquele momento em que dá vontade de um docinho e não tem nada gostoso em casa?

Hoje eu vou ensinar uma receita super fácil e rápida, mas que, ainda assim, é bem saborosa e mata a vontade do doce.

Você só precisa ter em casa:

- pão de forma

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- creme de avelã image
- banana

 

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E como fazer esse doce improvisado? Simples! Tira a casca do pão de forma, amassa bem a fatia, de modo que ela fique bem fininha e quadradinha. Passa o creme de avelã e coloca sobre ela a banana em rodelas.

Enrola a fatia de pão de forma, como se fosse fazer um rocambole e prende com um ou dois palitos.

Coloque no forno por cerca de 5 a 10 minutinhos. O ideal é o forno já estar pré-aquecido, ok?!

Quanto retirar do forno, finalize com uma pitadinha de canela…

E, pronto! No improviso, está aí um docinho super rápido e que é uma delícia!