Arquivos do Autor: Igor Gomes

Morte do Mouse

Depois de um tempo desaparecido do blog, volto com um texto um pouco polêmico. Muito se fala do avanço extremamente rápido da informática e, claro, de todas as novidades que vão surgindo para nós, mortais loucos por novidades eletrônicas.

Como ninguém pode negar, o avanço de como utilizamos nossos equipamentos foi imenso com a re-invenção das telas sensitivas. Lembro-me quando eu estagiava ainda na Waldyr Lima Editora, dona e editora de todo o material do curso de inglês CCAA, e montamos um ponto de informação totalmente touchscreen. Lembro que o monitor era muito caro e que havia sido importado para que pudéssemos utilizar no equipamento. Isso foi em meados dos anos 2000. Essa era uma época de início da nova era de equipamentos touch. Lembro também dos novos modelos de caixas automáticos, mais evoluídos, que passaram a ter o sistema de sensibilidade de toque própria tela, e não em uma tela anexa como eram as antigas.

Tá, mas aí você deve estar se perguntando por que esta volta toda? É porque meu texto de hoje é sobre isso, sobre o lançamento do Windows 8 e de tudo que ele traz, você pode achar que não, mas este novo produto da Microsoft muda bastante coisa e tem bastante a ver com o monitor da história acima.

Lembro-me de ter lido há alguns anos sobre o fim do nosso querido mouse, e achei muito interessante esta possibilidade, mas ao mesmo tempo não achava que seria tão fácil assim. Mudar um sistema é fácil, mas mudar o pensamento e modo de utilização de um usuário é bem mais complexo. E, na mesma hora em que li isso, fiquei pensando em como poderiam fazer esta operação, de tirar assim de nossas vidas o nosso querido, e às vezes odiado, mouse (quem nunca deu aquelas conhecidas batidinhas quando o computador travava?) .

É certo que muito pensei e a nenhum resultado cheguei. E este texto acabou em meu esquecimento, mas eis que agora volta com força em minha cabeça depois da novidade do Windows 8.

Diria um bom jogador de xadrez: JOGADA DE MESTRE!!! Por quê? Respondo: por que no fundo o mouse já saiu de nossas vidas e nem sequer percebemos! É verdade. Muitos podem não concordar comigo, mas a grande maioria hoje utiliza muito melhor as ferramentas como facebook, emails e até mesmo a navegação da internet em seu smartphone ou tablet do que em seu próprio computador.  Chama-se de utilização intuitiva: você quer, você seleciona, e com a ponta dos seus dedos.  Agora, depois de completamente difundido o uso do touch, que eu nem sequer imaginava há 10 anos, ao usar aquele monitor importado e que em nada se parecia com a modernidade de hoje, seria no meu caso um divisor de águas. E para a Microsoft esta mudança caiu como uma luva para seus objetivos.

A mais querida e odiada Microsoft lançou o seu Windows 8 completamente modificado, e inteiramente voltado para equipamentos que sejam utilizados com o dedo e não com o mouse. É bom deixar claro, que a utilização do mouse ainda é aceita e pode ser necessária para certos  programas ainda não atualizados para tal. E este é o pulo do gato da empresa, que não precisará que seu usuário se adeque  para a utilização sem o mouse. A grande maioria dos seus usuários já está familiarizada com a era touch, por tanto, não será um esforço tão grande como eu pensei ao ler aquele artigo sobre o fim do mouse.

As novidades hoje são tão absurdas que nem notamos que estamos em frequente mudança, ainda mais quando falamos de informática. Foi o caso do mouse, que eu nem notei e já estava totalmente acostumado a usar os dedos ao invés do mouse.

Ainda temos muita coisa para evoluir nesta área, mas podemos ver no horizonte que teremos muitas novidades neste sentido, como novos programas voltados para utilização do dedo. E isso é bom para todos, claro que menos para o mouse, que agora, mais do que nunca, tem seus dias contados.

Esta mudança não será assim tão rápida, ainda mais no Brasil, onde, apesar de 90% dos computadores usarem Windows, temos o grande problema dos preços que faz com que em algumas vezes seja impraticável fazermos mudança em nossos equipamentos para usufruir das novidades.

Preciso agradecer, é claro, aos amigos da Apple, pelo belo trabalho com seus equipamentos que ajudaram e muito a inserção de toda essa tecnologia.

E, ao final do texto, você se pergunta: mas onde está polêmica dita no início do texto? Você tem que concordar que ninguém fala da Microsoft e ainda elogiando seu novo produto sem alguém achar que é completamente absurdo!!! Isso já é uma polêmica!!!

 

Comprar um carro nos EUA e no Brasil – Parte 2

Este é um post de continuação. Caso não tenha lido o primeiro clique aqui


Dando continuidade ao post…

  • Compra:

No Brasil, como já conhecemos, para tudo que se refere a grandes quantias de dinheiro, há uma enorme burocracia. E infelizmente não estamos falando de uma burocracia apenas de papeis que precisamos assinar. Falamos de processos, de documentação, de comprovações e de tempo. Infelizmente um processo de compra de um carro pode demorar até 2 semanas. Muito desta demora é porque um carro é financiado pelo banco, e não pela loja. Uma concessionária sempre recebe o valor do carro à vista, e nunca parcelado. Então a loja só libera a “mercadoria” após o recebimento. Este processo do banco lhe aprovar, pegar todos os seus documentos, alguns autenticados, cadastrá-lo no sistema do banco e liberar o dinheiro para concessionária demanda tempo.

Aqui nos EUA este processo é bem diferente. Claro que há uma burocracia com papeis, comprovantes de rendimento, residência e o temido SSN (Número do seguro social), que para os brasileiros podemos dizer que é um numero de CPF um pouco mais moderno pois nele há todo o seu histórico de vida financeira (depois falarei mais sobre ele). Então, depois que você escolheu o carro com o atendente de pátio, passou pelo vendedor para saber de todos os dados, preço, financiamento e outras informações, chega a hora de você conhecer o Gerente Financeiro, que é a pessoa que fará com que tudo o que foi dito até agora vire realidade.  Nesta etapa você assinará todas as papeladas, fará o pagamento, caso seja à vista, ou assinará os papeis para financiamento do seu carro no banco.

Assinado todos os papeis que são necessários, e com toda a documentação em ordem, você volta para o vendedor, que, já com a sua chave na mão, senta para lhe fazer uma rápida “pincelada” no manual, e trazer coisas mais importantes para serem ditas sobre seu carro. Pronto, você já pode sentar no banco do seu novo “possante”. Mais alguns pequenos detalhes e você já estará com seu carro, lavado e com tanque cheio!!! Sim, porque enquanto você estava com o gerente financeiro, eles simplesmente levam o seu carro para lavar e abastecer!

Sim, para um bom brasileiro como eu, nada mais doido do que sair com o seu carro ZERO no mesmo dia da compra. E ainda com o tanque cheio! É inacreditável, mas é um procedimento muito comum aqui.

Você deve estar se perguntando por que isto acontece. Tentarei explicar rapidamente, ok?

Primeiro, porque, ao contrário do Brasil, aqui as lojas confiam no cliente, e a comunicação entre as empresas (no caso concessionária e banco) são eficientes. Portanto, a loja sabe que em poucos dias receberá o valor do carro integralmente, e não há por que não entregar o carro para o cliente e fazê-lo feliz.

Segundo ponto é que a lei aqui é bem rígida e é cumprida rapidamente em casos de falsidade ideológica. Portanto, se você for louco o bastante para utilizar documentos falsos, sua alegria será bem rápida e passageira.

Terceiro e último ponto é que a concorrência aqui é realmente pesada, e caso uma loja seja burocrática e lenta para venda do carro, simplesmente há outras 50 lojas que fazem o contrário.

  • Pontos interessantes:

Há algumas coisas bem peculiares na compra de um automóvel nos EUA, duas delas eu colocarei neste post porque alguns, como eu, vão achar engraçadas.

Primeira é o seguro do carro, que é uma obrigação para qualquer carro, seja de qual ano for. O seguro, não apenas para resguardar em caso de roubo, mas para mostrar para as autoridades que você é capaz de pagar os custos de um acidente em que você foi envolvido.

Estou acostumado no Brasil a fazer uma busca bem longa sobre seguros, e escolher entre as empresas, a que mais me agrada e que tenha um preço justo. Aqui comigo foi um pouco diferente, não sei se é uma regra, mas bastou um telefonema para o corretor, que em alguns POUCOS minutos já estava com meu carro segurado, com o fax da apólice em mãos. Como há uma confiança mútua entre as partes, o corretor já faz a escolha da melhor companhia para mim e já faz todos os processos necessários para a adesão. Em meu caso o processo de seguro do carro não demorou mais do que 15 minutos (verdadeiramente 15 minutos!). Aqui, como no Brasil, o banco só libera o veículo caso ele já esteja segurado.

Passada a experiência do seguro, outro ponto interessante é a parte de registro do carro em relação ao Estado. Como em nosso país, aqui também há um processo para registro e obtenção da placa do carro. Mas aqui a placa é do dono do carro, ou seja, ela pertence ao carro enquanto este carro for meu. Caso mais tarde eu venha a vender este carro para outro comprador, ele terá que registrar o seu carro e obterá uma nova placa de registro, com outra numeração.

Então, após todos os dados do carro estarem no sistema do Estado, você recebe uma placa (na verdade um papel impresso) que você deverá usar na parte traseira do seu carro até sua placa permanente chegar por correios. Isso mesmo, você recebe sua placa pelos correios e você mesmo instala, não há nenhum lacre ou outra necessidade especial.

Este, é claro, é um registro de uma experiência própria, tanto na compra de um carro no Brasil quanto aqui nos EUA, ou seja, quero dizer que para outras pessoas alguns processos podem ser totalmente diferentes. Em nenhum momento quero diminuir ou criticar o processo do Brasil, apenas mostrar em que alguns pontos podem e vão melhorar ao longo do tempo. Afinal, estamos comparando os Estados Unidos, um país que tem uma frota em torno de 240 milhões de veículos, com o Brasil, que tem 65 milhões, números de 2010.

Comprar um carro nos EUA e no Brasil – Parte 1

Tive a oportunidade de ter a experiência de comprar um carro zero quilômetro tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. E vou compartilhar um pouco as diferenças que notei em cada compra.

Vou dividir em áreas, ou melhor, em etapas que levam desde a pesquisa sobre uma marca até a retirada do veículo da loja, acho que assim farei com que a leitura fique mais interessante, concordam? Também dividirei este post em 2 partes para ficar menos cansativa a sua leitura.

  • Pesquisa / Marketing :

Apesar de morar nos EUA, estou em um estado que tem suas particularidades, e que difere muito do restante do país. Texas é um estado em que quase tudo é amplificado. Tudo tem que ser grande, ser o maior. Um dado que descobri estudando para a prova de motorista é que o estado do Texas tem mais picapes e grandes SUVs  que todos os outros estados juntos dos EUA. Não parece uma loucura? Dá para perceber o que mais faz sucesso aqui. Portanto, praticamente todos os anúncios de fabricantes de carro são voltados para este público. Algumas vezes temos outros anúncios, que basicamente são de empresas que não possuem este tipo de carro como “carro chefe” ou que são segmentadas para outros tipos de público.

Mas uma coisa que chama tanto a atenção como no Brasil é o financiamento. Todos os anúncios mostram formas de pagamentos facilitadas, com “grandes” promoções e descontos que só valem no próximo final de semana. Aquela velha mania de fazer você ir correndo a uma concessionária para comprar seu carro!

No Brasil, eu, pelo menos, utilizo bastante os jornais para pesquisar sobre carros, preços, formas de pagamentos e promoções que me agradem. Nos EUA você não encontra muito este tipo de informações nos jornais. Claro que há anúncios, mas em muito menos quantidade.

  • Visita à concessionária / loja:

Outra diferença interessante é que no Brasil nos acostumamos a falar somente com uma pessoa, que lhe mostra o produto, tira todas as suas dúvidas e faz toda a parte burocrática da venda, lhe passando valores e fazendo o fechamento da sua compra.

Aqui no Texas, pelo menos, este processo é um pouco diferente. Há um pré-atendimento, uma pessoa que faz o test-drive no carro, mostra tudo que o carro tem e tira completamente todas as suas dúvidas. Aqui como todos os carros ficam no pátio, você testa os carros que estão para venda, e não carros previamente estipulados como carros de TEST-DRIVE.  Após você escolher o seu carro, você é direcionado a um vendedor. Este por sua vez, lhe falará do preço de venda. Sim, por que você tem um papel em cada carro mostrando o preço daquela unidade, mas é um preço inicial em que não há nenhum desconto. Então vale do seu poder de convencimento para adquirir seu carro em um preço excelente para o seu bolso!

 

Ler a continuação – Comprar um carro nos EUA e no Brasil – Parte 2

A Internet ou Grande Rede

Chega a ser emocionante poder acompanhar e também usufruir do advento da internet. Poder ver a evolução dos equipamentos junto com a evolução dos usuários, com relação às suas necessidades é realmente uma coisa empolgante.
Algumas pessoas mais formais chamam de GRANDE REDE. De início pode parecer engraçado, mas até que faz sentido. Não costumo usar esta expressão, e sempre brinco com quem está ao meu lado em um jogo de futebol que é narrado pelo Luiz Roberto, da TV Globo, que utiliza esta maneira para chamar a internet. 
Resumidamente, GRANDE REDE descreve perfeitamente o que é esta ferramenta. Para alguns, é apenas uma ferramenta para se comunicar facilmente com seus amigos pelos muitos chats disponíveis. Para os curiosos, possibilita ver facilmente a vida de todos seus amigos que estão no facebook, por exemplo. Já para os estudiosos, é uma maneira de poder pesquisar e ter acesso a grandes bibliotecas. 
Mas atualmente a internet deixou de ser apenas isso. Há muito tempo já se fala que uma das maiores contribuições foi a quebra de distâncias, pois com programas como Skype, MSN, Face Time da Apple (que utiliza a internet), você entra na era 2.0 da comunicação, que deixa de ser somente falada, para ser assistida.
Sempre fui um admirador desta evolução, e gosto muito de ver o fascínio de algumas pessoas com todas as possibilidades que temos à nossa disposição. Hoje, morando no exterior, longe do contato próximo dos familiares e amigos, vejo que a internet facilita muito para encurtar esta distância. A quantidade de opções e ferramentas que utilizo é impressionante. Vejamos algumas:
  • Vonage  – Telefone pela internet. Ligações ilimitadas EUA – Brasil. E ainda tendo a possibilidade de adicionar um número local da cidade onde mora sua família, assim eu posso receber chamadas também e sem alto custo para quem liga. Ou seja, pessoas ligam do Rio – Rio e eu recebo todas as chamadas na minha casa no exterior;
  • Skype  – Acredito que seja uma das ferramentas mais usadas internacionalmente. Como já tinha usuário era o principal modo de comunicação com familiares assim que cheguei aqui;
  • Face-Time  – Ferramenta disponível nos celulares Apple que possibilita que duas pessoas que tenham o aparelho possam se falar por VIDEO sem custo algum, bastando apenas uma conexão rápida de internet.
  • Páginas de informações  – Não é porque você não mora mais no seu país que deve parar de ver as notícias e seus programas preferidos. Hoje é possível ver todos as noticias e programas que você gosta, até sua novela. Bastante útil no meu caso!
  • MyGlobeTV  – Minha ultima aquisição, simplesmente fantástico! Com uma conexão de internet você tem acesso a TV Globo e em alta definição. Ainda pode gravar os programas. É um aparelho que você conecta à internet em sua casa, e também em sua televisão, podendo utilizar inclusive cabo HDMI (alta definição) e tem acesso a canais do mundo todo.
  • E-mail : apesar de clássico, é o braço direito. Auxilia para envio de fotos, documentos, ate mesmo nos mantém em contato com aqueles amigos mais distantes.

É claro que, além desses, existem outros vários programas que eu poderia usar ou que ainda usarei, mas é interessante ver como hoje somos dependente dessa ferramenta. Como a internet nos ajuda em nosso dia a dia. Interessante também é olharmos que essas ferramentas foram inseridas na nossa vida e nem notamos, e, ao mesmo tempo, as mudanças foram muito rápidas. É como dizemos: nós nos acostumamos muito rápido ao que é bom!
Portanto, como disse acima, por mais que achemos engraçado chamar a Internet de Grande Rede, é uma maneira simples e direta, e estamos cada vez mais conectados a ela, seja pelas redes de relacionamentos, contatos, informações, conexões, etc. E cada vez mais temos dispositivos que nos conectam nesta rede, como por exemplo televisões, geladeiras, carros e até espelhos de banheiros.
Por exemplo, temos esta interessante possibilidade que está ocorrendo agora. De um lado, eu posso fazer um texto falando sobre estas novidades e de outro, você, leitor, ainda tem a possibilidade de contribuir fazendo um comentário ou até mesmo acrescentando algo, fazendo com que esta experiência seja bilateral.
Espero que possamos ainda ver muito mais novidades nesta área, porque na velocidade que estamos seguindo não podemos mais duvidar de nada!
Espero que tenham gostado, deixem seus comentários!
Igor

Uma história para contar

Recentemente recebi um e-mail contando uma interessante história sobre um carro que ficou 40 anos confinado em uma garagem, e esta relíquia foi revelada há pouco tempo.

Esse e-mail me fez refletir sobre quantas histórias interessantes sobre carros podemos contar. Quantos “Impalas” não estão cheios de poeira depois de anos, mas têm sua história repleta de aventuras ou desventuras. Posso lembrar de algumas muito interessantes, como o galpão repleto de carros históricos que pertenciam a um milionário europeu, ou então a fábrica da Gurgel, que até pouco tempo contava ainda com algumas unidades no pátio de montagem. Até mesmo histórias de amigos próximos, como a de um Passat “esquecido” por anos em um edifício garagem em Copacabana.

 

Carro encontrado depois de 40 anos. (O Globo)

Galpão de carros históricos de milionário europeu. (Autozine)

Foto de linha de montagem abandonada da Gurgel (Oficina Mecânica)

 

Carros antigos geralmente trazem consigo uma bagagem grande de histórias. Costumo ouvir boas histórias vindas de apreciadores de carros antigos. Um dos bons contadores é meu sogro, Ozanir. Sempre que costumamos ir a encontros de carros antigos, conversamos bastante sobre as boas histórias dos carros. Acredito que um dos grandes motivos que os carros antigos são tão amados e apreciados por seus donos é por causa desta “bagagem” que trazem junto com sua idade.

Gostaria que este post fosse uma ferramenta para refletirmos sobre boas histórias de antigos carros. Vejam se a história de seu carro não se mistura com a sua também.

Encontro de carros antigos – Jornal da Cidade